“Hi, Mo! Me apaixonei por vc. Não se assuste, sou hetero. Apaixonei-me pela mulher forte, decidida e que soube pavimentar a estrada que a levou aos braços do seu amado. Eu moro na Inglaterra, mas quando não circulo pessoalmente pelo Brasil, navego pelos sites, revistas, blogs etc, procurando notícias, me inteirando dos eventos e numa dessas viagens conheci vc. A propósito, bem providencial, porque estou amando o amor de alguém, bem como uma amiga tb está passando pela mesma experiência. Nada nasty, me compreende, não somos pérfidas, apenas aconteceu. Pedi para minha amiga comprar seu livro, lê-lo e depois enviar para mim. São lições de vida, imperdíveis.” Assinado: Queen.
É esse tipo de mensagem que, assim como hoje quando entrei no meu fotoblog do Spaces (http://momarchphoto.spaces.live.com/) ou quando acesso a comunidade do livro no Orkut, leio de quem descobriu ou leu “Amando o amor de alguém”. De pessoas que se apaixonam e que abrem seu coração para me contar o que sentem, porque estão tristes ou contentes. Para dividir.
Gratificante. Enriquecedor. Para usar apenas dois dos muitos adjetivos positivos que me vêm à mente quando revivo esses momentos tão próximos da minha história contatos por personagens que são (ao mesmo tempo) tão diferentes de mim e estão espalhados pelo mundo.
Queen, obrigada. Eu também já me apaixonei por você.