caixa de pandora

IDÉIAS SÃO BEM-VINDAS. AMARELAS, PRETAS, COR-DE-ROSA, LISTADAS, NÃO IMPORTA. SÃO ESSENCIAIS PELO SIMPLES – E IMPORTANTE – MOTIVO DE NOS TRANSFORMAR EM QUEM SOMOS. SERES ÚNICOS. EU SOU MO MARCH.

que venham as boas energias Maio 6, 2008

Arquivado em: geral — momarch @ 11:37 am
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Este tópico foi inspirado em duas coisas completamente diferentes: um comentário que li há tempos no  blog (ótimo, o link está aí do lado) da minha amiga Chrys Silva – sobre um tantão de gente que passa a vida se queixando sem motivo – e a alegria da querida Analice (aquela que vive em Firenze) ao conseguir seu visto de permanência para ficar tranqüila com seu amor, o Marco, na bella Itália.

E é neste disparate de energias que quero me concentrar. De um lado, aquelas pessoas que vivem reclamando. Sabe quem transforma a unha quebrada e a fechada no trânsito em problemas enormes? Pois é, são essas aí. Não tem nada pior. Rouba tudo de bom que está por perto e deixa só lixo. Talvez as únicas vantagens de passar por momentos de tortura na companhia deles seja aproveitar para ficar na sua, pensar na vida, no que você faz com seus problemas e, principalmente, em como é melhor ser positivo. Buscar pela alegria de viver.

Apesar de respeitar que “cada um sabe onde dói o seu calo”, acho que podemos deixar passar os pequenos entraves que pontuam a nossa existência e guardar nossa tristeza para quando realmente existe motivo. Como quando alguém que você ama muito está longe ou doente de verdade ou quando você presencia o sofrimento de um pequeno ser de quatro patas maltratado e com medo, e – em todas as situações anteriores – o que você pode é tão pouco perto do que gostaria de fazer por eles.

Aí, sim, vale a tristeza. E, mesmo assim, sem lamúria. A tristeza em que você chora, chora, chora – mas não fica enchendo a cabeça de outras pessoas. Afinal, a tristeza é sua e é por isso que tem valor. Claro que você pode (e deve) dividir isso com os principais personagens da sua história. Aqueles que vão segurar a sua mão, oferecer ajuda e compreensão. Só coisa boa. Você tem tranqüilidade para pensar nas alternativas, tentar fazer a sua parte para que a dor (dos outros que sofrem) e a tristeza (sua) fiquem menores na medida do possível.

E que assim se possam comemorar as conquistas, que muitas vezes ficam ali, perdidas, quando cismamos em olhar apenas os tropeços e não celebrar o longo caminho que já percorremos para a vitória.

 

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